Não é mais especulação a articulação do prefeito de Feira de Santana, TarcÃzio Pimenta, para deixar o DEM com vistas à s eleições do ano que vem. Coerente é o argumento do alcaide da segunda maior cidade da Bahia. Ele diz que o DEM deve lançar o ex-deputado federal José Ronaldo. Embora o presidente estadual do DEM, o também ex-deputado José Carlos Aleluia tenha negado a preparação para o retorno de Zé Ronaldo ao comando do Executivo de Feira, o que se sabe nos bastidores é que assim será. Pimenta tem cogitado, pelo menos até então, duas possÃveis novas moradias (polÃticas), o PDT e o PR. Para ingressar no último, só depende do prefeito.
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Foi o que disse o vice-presidente da legenda na Bahia, deputado federal José Rocha. “O PR está de portas abertas, escancaradas para TarcÃzio Pimenta. Só depende dele”, disse o republicano. Um pouco mais cauteloso, o dirigente do PDT estadual, Alexandre Brust admitiu que Pimenta o procurou e disse que as coisas estão indo. “Estamos conversando. Na polÃtica, todo mundo conversa de tudo, agora, essa conversa tem que passar pelo ministro Lupi (Carlos Lupi, ministro do Trabalho e presidente nacional do PDT), pelo senador (João Durval), por todas as lideranças”, afirmou Brust. O presidente do DEM, José Carlos Aleluia, contudo, disse que ainda não foi comunicado sobre o assunto. “Não tenho nenhuma informação sobre isso. A executiva municipal de Feira ainda não me comunicou nada”. (Tribuna)
Nossa opinião:
Mais um a pular do barco que não para de echer de água e afundar. Este tem razão. à visÃvel, claro e evidente a campanha que Zé Ronaldo faz para tentar voltar a prefeitura. A relação deles dois nunca foi muito amistosa. TarcÃzio foi melhor candidato para o DEM, mas foi a da preferência de Zé Ronaldo. O prefeito deveria já deveria ter rompido logo na eleição para governador quando assediado de toda forma pelo governador. Ninguém sabe qual será ou quando será o fim do DEM. Em Santo Antônio o prefeito não pula do barco, mas anunciou que seu candidato não será do seu partido, ou seja o DEM não perde o prefeito, mas já perdeu a prefeitura.  Â
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