Uma força-tarefa comandada pelo Ministério Público Estadual de Alagoas deflagrou nesta terça-feira uma operação para desarticular um possível esquema que fraudava licitações da Secretaria Estadual de Defesa Social, órgão responsável pela segurança pública.
O prejuízo pode chegar a R$ 300 milhões em cinco anos.
Há suspeita de que as empresas fraudavam as licitações para compra de alimentos pela secretaria e vendiam os produtos com preços superfaturados. Além disso, não entregavam a mercadoria.
Segundo o Ministério Público de Alagoas, foram expedidos 17 mandados de prisão e 34 mandados de busca e apreensão em Maceió e Marechal Deodoro (33 km de Maceió).
Entre os investigados estão empresários e contadores suspeitos de fraudar as licitações. Até agora, nenhum funcionário público foi preso.
As notas fiscais referente às compras começaram a ser investigadas pelo GCOC (Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas) do Ministério Público Estadual em 2011, a partir de um pedido da Controladoria Geral do Estado, que suspeitou das compras.(Folha de São Paulo)





