A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, ainda vê “uma certa folga” no caixa da empresa que permite manter os preços da gasolina e do diesel sem reajuste. Admite, contudo, que a folga não é “muito elástica”. Para ela, se o preço do barril de petróleo seguir no atual patamar de US$ 120, o que é previsto por alguns analistas, será “inexorável” fazer um reajuste nos combustÃveis. A executiva considera que o barril pode até bater em US$ 130 antes de recuar. A nova comandante da Petrobras evita, porém, dizer quando exatamente deve ocorrer esse aumento, reivindicado pela área técnica da empresa, mas por enquanto negado pelo principal controlador da estatal, o governofederal, que teme pressões sobre a inflação neste ano.





