O desbaratamento de uma quadrilha fortemente armada e bem organizada foi tema de entrevista do delegado Edílson Magalhães, coordenador da 4 ª COORPIN. Os marginais compravam as armas em São Paulo e traziam de ônibus até a Bahia. Cinco indivíduos foram mortos em troca de tiros com a Polícia Militar e foram presos Diego Gomes Batista, de 22 anos, natural de São Paulo; Reginaldo Cícero Domingos, de 33 anos, também de São Paulo e João de Jesus Miranda, de 26 anos. A prática dos assaltos praticados pela gangue acontecia através do que os marginais chamam de “estouro”, quando entram em pequenas cidades atirando para o alto, aterrorizando e até vandalizando delegacias de polícia. Segundo a policia, o desbaratamento da gangue teria evitado uma assalto a banco na cidade de Brejões.Na entrevista, o delegado deu detalhes a respeito da captura dos elementos sobreviventes, que ficaram escondidos no matagal após o tiroteio em que cinco deles foram mortos. Naquela ocasião, os marginais sobreviveram às custas de legumes e hortaliças roubadas de pequenas roças, especialmente jiló e xuxu, sem qualquer cozimento.Ainda conforme Dr. Edílson, a quadrilha em seu total seria formada por 12 elementos, sendo que quatro deles ainda estariam em liberdade, embora com prisão preventiva decretada.



