Mercado brasileiro de beleza supera informalidade e já é o terceiro em importância

O mercado brasileiro de beleza está em terceiro lugar no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e o Japão. A profissão de cabeleireiro normalmente nascia na informalidade, por influência de alguém da família que atuava na área. Há pelo menos cinco anos, um número expressivo de pessoas sem opção de trabalho resolveu entrar nesse mercado devido ao retorno rápido e à fácil capacitação. A explicação foi dada por Carlos Oristânio, coordenador do curso de estética e cosmética da Universidade Cruzeiro do Sul, primeira instituição no estado de São Paulo a ter um curso de graduação voltado para a área. ?Pessoas que têm algum tipo de dificuldade de colocação e recolocação são as que chegam ao mercado de beleza. Vulnerável, esse mercado não está sujeito a regulamentação, o que incentiva qualquer pessoa que queira fazer um curso de três meses a aprender a cortar cabelo e montar um salão. Há dez, 15 salões em cada quarteirão. Esses profissionais sabem a profissão, mas não são bem qualificados?, disse. Com o curso de graduação em formação profissional de cabeleireiro, o aluno sai formado não só na área técnica, mas como gestor. (Política Livre)