Fabyiane Amaral, irmã do estudante Henrique Amaral Roza, 22, que desapareceu após um mergulho na Praia de Itacoatiara, em Niterói, na sexta-feira (15), viajou para o Rio de Janeiro na manhã dessa quarta-feira (20), com a missão de acompanhar de perto as buscas e investigações.
Do Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães, em Salvador, Fabyiane conversou com o Primogênio Notícias e pediu orações pela sua família. ?Peça as pessoas que orem pela minha família. Que Deus me ilumine. Vou varrer aquele lugar, aquelas pessoas e só vou parar quando achar o meu irmão.?, disse
Fabyiane deixou uma mensagem emocionada nas redes sociais no último dia 18 de novembro, onde relatou a angústia e o sofrimento da família Roza Amaral. Amigos e familiares compartilham a todo momento fotos de Henrique e mensagens na internet.
Disque Denúncia divulga cartaz
Completando cinco dias do desaparecimento do estudante de cinema Henrique Roza, o caso começa a ganhar a repercussão na imprensa de todo o país. O Disque-Denúncia divulgou o cartaz e pede que quem tiver informações sobre o paradeiro dele pode entrar em contato com o órgão pelo telefone: (21) 2253-1177.
De acordo com o delegado Gabriel Ferrando, titular da 81ª DP (Itaipu), responsável pelas investigações, o caso foi registrado como desaparecimento nas águas. Ainda de acordo com o delegado, segundo testemunhas, o jovem entrou na praia de Itacoatiara e não retornou. Amigos que estavam com Henrique e outras testemunhas estão sendo ouvidas e agentes estão realizando diligências.
Alunos cobram posicionamento da UFRB
Na manhã dessa quarta-feira, 20, diversos alunos do Centro de Artes Humanidades e Letras (CAHL ? UFRB) cobraram um posicionamento da direção do centro e da universidade. ?Ninguém quer resolução, já que isso não depende de vocês. Mas seriam bem-vindas a manifestação de apoio, o ?se pôr à disposição?, a demonstração de solidariedade aos familiares, colegas e professores de Henrique (que, não sei se os senhores sabem, não estava no Rio de Janeiro de férias), além do uso do respaldo que a universidade tem, por se tratar de um órgão federal, para cobrar das autoridades responsáveis.?, diz uma das publicações.
Em conversa com a estudante Janaína França (Nina França), o reitor da UFRB, Paulo Gabriel Soledade Nacif, informou que está em contato com a família e com o Rio de Janeiro. Paulo disse ainda que a nota cobrada pelos estudantes já está pronta, que irá fazer uma visita aos familiares de Henrique, em Valença, e que a PROPPAE está bem atenta à situação.



