Após divulgar distribuição de repelentes para grávidas do país, a fim de tentar conter casos de microcefalia, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, voltou atrás da decisão. Castro disse, na última sexta-feira (15), que os laboratórios não possuem capacidade de atender a demanda de repelentes para todas as gestantes do país. Com isso, deverão ser estabelecidos critérios para a distribuição.
?O Exército Brasileiro nos passou a informação de que tinha um laboratório que produzia repelentes para os soldados e deu entender que teria capacidade de produzir isso para o Brasil. E qual foi a conclusão que nós chegamos? O Exército e todos os laboratórios do país que consultamos, de um a um, todos juntos, não estão preparados para produzir essa quantidade de repelente que nós precisamos de imediato?, explicou o ministro.
O produto deveria ser distribuído a partir de fevereiro, no auge do verão, quando o mosquite chega ao pico de proliferação. Mas, os novos critérios ainda não foram divulgados e nem a nova data de distribuição.
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