Também esteve presente na sessão da Câmara de Vereadores, da última segunda-feira, 26, a senhora Maria Menezes que teve seu filho assassinado no ano passado na rua Vereador João Silva, conhecida com rua da Linha. Maria Menezes esteve em conjunto com o farmacêutico César Tibério, apoiando a apresentação da moção de repúdio contra a violência de Santo Antônio de Jesus. Na carta eles também solicitaram uma audiência pública com a presença do secretário estadual de Segurança Pública, para que medidas sejam tomadas com urgência.
Segundo Maria Menezes, o crime contra seu filho aconteceu no dia 02 de julho do ano passado. Após a derrota da seleção do Brasil contra a Holanda, Lucas Menezes, de 24 anos, foi alvejado na garagem de casa. Ele ainda passou 28 dias na UTI, mas devido a gravidade do caso, não resistiu. Segundo informações de vizinhos que presenciaram o crime, o jovem teria se envolvido, momentos antes, em uma discussão porque foi acusado de ter furtado R$5 em uma loja na rua da Linha e queria provar que não foi ele. O rapaz tinha problemas mentais, na época estava tomando remédios controlados e passando por tratamento no Caps.
A mãe da vÃtima afirmou que a procuradoria já foi acionada, mas até hoje a justiça não resolveu o caso. âInfelizmente a justiça não me deu a resposta para esse crime. Até o momento o caso de Lucas não tem solução, nós cremos que a justiça vai ser feita e essa pessoa além de não ter paz vai responder pela justiça dos homens tambémâ, afirmou.
E disse ainda: âNosso desejo é que as autoridades competentes entendam a necessidade dessa audiência pública, assim como eu e Tibério, sabemos de muitos outros que passaram por esse problema. Nós ainda cremos que há justiça aà na terraâ, concluiu.
OPINIÃO DO INTERNAUTA:Santo Antonio está entregue aos marginais! Sou prova disto. Fui assaltada três vezes a mão armada e sob ameaças. Socorro! Alguém precisa nos acudir!Alguém precisa olhar para a segurança em nossa cidade. Precisamos de segurança sempre, não é só no perÃodo das festas. Acorda Senhor Prefeito e autoridades competentes!Façam alguma coisa! Não somos um de seus familiares mais temos também famÃlia… Pai, mãe, irmãos e filhos como os senhores também os tem. Sofremos da mesma forma e, no entanto sabemos que a coisa só realmente anda quando envolve pessoas importantes para vocês. Somos também importantes!Somos gente!Somos vidas a mercê de tanta violência. Ana




