Há pouco tempo, o presidente da câmara de vereadores, Délcio Mascarenhas, mexeu em uma ferida provocando o pré candidato do PT, Ãlvaro Veloso Bessa. Na oportunidade Délcio falou que Ãlvaro tem um discurso que é petista, mas o genro dele está trabalhando na prefeitura assumindo um cargo de confiança e comissionado. Essa afirmação de Délcio pode ter sido vista por alguns como mesquinha. O próprio Euvaldo Rosa não gosta. Porém, por um lado tem o fator incoerência. Se você é de um partido e diz que é pré candidato por esse partido, levanta uma bandeira de oposição e é contra a administração, como é que você pode ter um membro da sua famÃlia com cargo de confiança na prefeitura? Dessa forma, Ãlvaro Bessa que chegou a dizer em entrevista que iria resolver essa situação dando a atender que seu genro devolveria o cargo, ainda naquele dia (há quinze dias), não cumpriu com o que afirmou, ao vivo. O genro de Ãlvaro Bessa ainda trabalha na prefeitura. Alguém pode dizer que não é nada de mais, mas se ele fosse concursado. Não seria nada de mais se o cargo fosse oferecido diretamente ao genro, mas não foi o que aconteceu. Isso é algo Ãnfimo vindo das duas partes. Tanto de Délcio, por ter comentado isso, quanto de Ãlvaro que realizou o pedido. Isso é muito pequeno perto do homem que Ãlvaro Bessa é. E eu comentei no rádio hoje que ele nunca teve contas rejeitadas. Um cargozinho para seu genro Ãlvaro? Entrega logo isso! Pois Délcio tem toda razão quando diz que isso é de uma incoerência sem tamanho. Léo Valente  Â





