Órgãos federais estão mobilizados para localizar famílias em situação de miséria que ainda não são beneficiadas pelos programas sociais ou integram o cadastro único do governo. A chamada ?busca ativa? também inclui prefeituras e governos estaduais e deve ser concluída até o início do ano que vem. A ideia é verificar como os órgãos que operam no local podem contribuir na localização e no cadastramento de pessoas em extrema pobreza. ?E efetivar de fato que não fique só no cadastro, mas que ela acesse o benefício e outros serviços que ela precise de assistência social, saúde ou de educação?, completou a diretora do Departamento do Cadastro Único da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, Cláudia Baddini, em entrevista ao Valor. Desde o início do Brasil Sem Miséria, em 2011, a estratégia gerou a inclusão de 800 mil famílias e outras 700 mil ainda precisam ser localizadas, segundo o governo. Em 2013, o Executivo concentrará os trabalhos nos estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá e Rio de Janeiro. Segundo as contas oficiais, cerca de 22,2 milhões de pessoas deixaram a extrema pobreza desde o início do governo Dilma. A Bahia teve o maior número de beneficiados (3,5 milhões). Forte na Notícia



