As Entidades Empresariais de Santo Antônio de Jesus receberam no dia 22 de julho, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Marcos Lessa, que veio falar sobre a sua preocupação com a conclusão da Unidade de Pronto Atendimento local. Logo em seguida, o Superintendente do SAM, Hélio de Aguiar, realizou a Escuta Social desenvolvida pela Prefeitura Municipal com o intuito de levantar as demandas dos empresários para o desenvolvimento da cidade.
De acordo com informações passadas pelo presidente do Conselho da Saúde, a UPA de Santo Antônio de Jesus deveria ter sido entregue à comunidade em abril do corrente ano, o que não aconteceu e nem tem previsão de término das obras. Marcos Lessa afirma que o conselho já averiguou a existência de verba suficiente para que a obra seja concluída e possa complementar o trabalho realizado pelo SAMU e Hospital Regional. Ainda segundo informações do representante do conselho, estima-se que depois de pronta, a UPA custará aos cofres públicos cerca de 450 mil reais por mês e este valor deverá ser repassado pelos governos federal e municipal. Enquanto a obra não é entregue, muitos dos equipamentos já adquiridos entram em processo de deterioração. As Entidades Empresariais, buscando obter mais informações sobre o caso e auxiliar no que for necessário, convocarão os secretários municipais de saúde e infraestrutura para uma reunião no Espaço Empresarial em breve.
A Escuta Social vem acontecendo desde o dia 9 de julho em diversas comunidades locais e, para formalizar os pedidos das entidades representativas do comércio de Santo Antônio de Jesus, foi formatado um documento com 20 sugestões para a melhoria da cidade. O documento foi entregue durante a reunião que ainda contou com a presença do Secretário de Indústria e Comércio Municipal, Ailton Lago e o Diretor Municipal de Agriculta, José Carlos Toneto.
O Diretor da DIREC 4, Clóvis Ezequiel e o Diretor do CETEP, Ivanilton Amparo da Silva também participaram da reunião informando a existência de estágios curriculares nos diversos cursos profissionalizantes existentes na cidade e a importância da absorção dessa mão de obra capacitada pelo mercado regional. (Aloma Brito-ACESAJ/CDL/SINCOMSAJ)



