Avanço do Brasil é destaque em meio à desaceleração de emergentes

O crescimento de 1,5% do PIB brasileiro foi um dos maiores na economia global no segundo trimestre, período em que os países emergentes perderam ainda mais força e as nações ricas continuaram com sua retomada tímida.

A China, que cresceu 1,7%, em mais um trimestre de avanço capenga (para os padrões chineses, acostumados nos últimos anos a taxas mais próximas a 2,5%), e a Venezuela, com alta de 9,5%, foram raros países com expansão superior à brasileira de abril a julho.

No caso venezuelano, é preciso lembrar que a economia encolheu 15,8% nos três primeiros meses, o que colaborou para um resultado tão forte no segundo trimestre.

Enquanto Brasil, China e Venezuela cresceram mais que no primeiro trimestre, muitos dos emergentes perderam força, em uma lista que inclui, entre outros, Chile, Hungria e Filipinas.

Também foi o caso do México, sucessor do Brasil como “queridinho” dos investidores que aplicam na América Latina. A segunda maior economia da região caiu 0,7% no segundo trimestre, a primeira queda em quatro anos.(Folha)