“A Ebda passa por dificuldades”, afirmou Gilmar Dourado, chefe do escritório da Ebda em Santo Antônio de Jesus. “Assumimos em 90 dias e encontramos o escritório local sem telefone, material de apoio, falta de pessoa, como dois téncicos para atebnder Santo Antônio e Laje. Chegamos com boa vontade, mas a Ebda passa por problemas sérios”, admitiu.
São 20 anos de atraso da agricultura moderna no Recôncavo. “Este foi o maior problema. Sentir que a região está atrasada”, afirmou. Segundo Dourado, os maiores países saíram da crise partindo do campo para o centro. Na região a mão de obra do campo está migrando para a cidade. “E para sofrer nos grandes centros. Assim ocorre no País hoje”, lamentou.
Segundo ele, a gerência regional, todo mês, se reúne com os chefes dos escritórios e leva a situação para o secretário de Agricultura, Eduardo Sales. “Nada se vê da agropecuária divulgada no Recôncavo. Se não está funcionando, vamos botar para funcionar. Luz cortada, levando papel higiênico, cafezinho e papel para o escritório. Estamos levando essa situação por causa dos governos que tem passado pela Bahia”, ressaltou.
Mesmo nessas condições de trabalho, a Ebda tem feito bons projetos. “Prova disso é o terceiro dia de campo que vai ser realizado, na sexta-feira, dia 20, em parceria com as prefeitutas de Santo Antônio, Varzedo, Dom Macedo e Laje, onde vamos discutir o manejo do solo. Tod estrutura e resultados com as leguminosas vão ser expostos nesse di de campo”, informou.
Cristina Pita


