Em casa, na Estrada das Barreiras, desde o meio-dia desta segunda (17), o gari Raimundo Souza, 37, atropelado pela estudante de Medicina Samya Rodrigues Cordeiro dos Santos, 25 anos, disse que estava no chão com mais três colegas quando avistou o carro, pela primeira vez, a cerca de 30 metros. Da segunda vez, contou, o carro já estava em cima dele. Ele lembra que foi atingido duas vezes pelo carro e, antes da terceira, foi salvo pelo colega.
?Foi um momento que marcou a vida dela e a minha. Ela tentando me tranquilizar e eu, a ela. Ela me disse: ?pôxa o que eu te fiz???, disse, emocionado, sobre o momento em que Samya se aproximou dele após o acidente. ?Não posso julgar, mas pode ser que ela tenha cochilado. Não percebi sinal de que ela tenha bebido?. Ele afirmou que o caminhão estava parado e que, ao contrário do que disse Samya, não freou de forma da brusca. (Correio)


