A juíza Nan Nash considera direito fundamental das pessoas sem chances de cura, que ainda estão lúcidas, decidir se querem continuar vivendo ou não. Ela autorizou os médicos a receitarem remédios que ajudem esses doentes a morrer.
A magistrada afirmou que liberdade de escolha está de acordo com os direitos básicos da Constituição do estado. E ela não considera essa decisão uma forma de suicídio assistido, que é crime no estado do Novo México.
Assim, a juíza encerrou o caso de dois oncologistas do hospital universitário do Estado que trabalham há cerca de vinte anos ajudando pacientes terminais a morrerem.
Com a decisão, o Novo México é o quinto estado americano a adotar esta política. A prática é debatida nos Estados Unidos desde 1997, quando foi aprovada pela primeira vez no estado de Oregon.


