O presidente do Vitória da Conquista, Ederlane Amorim, em entrevista ao Metro1, nesta terça-feira (28), comentou sobre o triunfo conquistense no primeiro duelo da final do Baianão, contra o Bahia, no último domingo (26), no Lomanto Junior, em Conquista. “Antes do jogo, nunca esperava ganhar de 3 a 0, mas depois do jogo achei pouco. Era para ser 6 a 1. Poderia ser 7 por causa do pênalti”, contou.
Na bronca com Lúcio José Sílvio de Araújo, juiz da partida, Ederlane enviou uma solicitação para a Federação Baiana de Futebol (FBF) pedindo um árbitro de fora da Bahia para o jogo decisivo, no próximo domingo (3), na Arena Fonte Nova, mas o pedido foi recusado. “Olhando pelo lado da federação, não discordo. A arbitragem teve um avanço muito grande. Não teve tanta polêmica”, afirmou.
Apesar de achar que poderia ter goleado mais o tricolor, o dirigente do Bode acredita que ainda não tem nada decidido. “Será uma partida Davi contra Golias. O Bahia continua tendo a obrigação de ganhar o campeonato. Um clube de tradição forte”, completou.


