Apesar de corte, MEC diz que preservará programas essenciais

 A nota ressalta ainda que os gastos do ministério ficarão R$ 15,1 bilhões acima do mínimo constitucional. O orçamento também vai garantir o funcionamento das universidades e institutos federais.O valor que havia sido aprovado pelo Legislativo era de R$ 48,81 bilhões, mas acabou encolhendo 19,3% e ficou em R$ 39,38 bilhões.

Cidades

Mais afetado pelo corte no Orçamento deste ano, o Ministério das Cidades informou que também irá se pronunciar em breve por meio de nota sobre o impacto na pasta. Do total de R$ 69,9 bilhões de recursos bloqueados pelo governo, os programas tocados pelo ministério sofreram o maior corte, no valor de R$ 17,23 bilhões em relação ao que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional.Com isso, a dotação aprovada pelo Legislativo para a pasta neste ano caiu de R$ 31,74 bilhões para R$ 14,51 bilhões, equivalente a um corte de 54% em seu limite para gastos.Os números foram divulgados nesta sexta pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. (G1)