O deputado estadual e presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra), Marco Prisco, criticou o pedido de prisão de nove policiais militares envolvidos em uma ação que deixou 12 mortos no Cabula em fevereiro. A solicitação faz parte de denúncia feito pelo Ministério Público Estadual da Bahia (MP-BA) à Justiça.
“Os policiais estavam ali defendendo a sociedade, não agiram contra o que a sociedade espera deles. Essa decisão de pedir a prisão preventiva é absurda e arbitrária, pois esses policiais têm renda e residência fixa”, disse Prisco, em entrevista ao A Tarde. O MP argumenta que a prisão é necessária para garantir a ordem pública e segurança da comunidade onde as mortes aconteceram. Segundo a promotoria, o crime foi uma “execução primária” e decorrente de vingança.


