A cigana Sandra da Silva Moraes, 38, estava em casa, em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS), na noite de quarta, quando recebeu uma ligação do celular do filho, Sirlândio da Silva Moraes, 19. A voz não era de Sirlândio, mas de um homem que se disse policial e estava na porta da casa dela, pedindo que ela saísse para ver o filho, que teria sido pego com drogas. Ao abrir a porta, porém, a cigana foi baleada na cabeça e no peito, morrendo no local. O filho, que estava algemado, foi assassinado em seguida com um disparo na cabeça. As mortes foram cometidas por três homens, que fugiram em uma Meriva com placa de Feira de Santana. Os assassinos escondiam os rostos com máscaras do tipo brucutu, usavam pistolas ponto 45, distintivos e coletes à prova de balas marrons. ?Ainda não temos a motivação paro o crime, mas uma coisa posso afirmar: o alvo era Sandra e a ação se trata de um grupo de extermínio?, declarou a delegada Maria Tereza Santos Silva, titular da 4ª DH-RMS, unidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que comanda a investigação. (Correio)



