Ao longo da história muitos foram os mitos que se foram associando às práticas sexuais. Eis cinco ideias desmistificadas:
Não se deve ter relações sexuais depois de um ataque cardíaco. Apesar de o coração estar mais debilitado e o sexo exigir um certo esforço físico, um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology sugere que esta preocupação é desnecessária. Nas suas conclusões sugere até que, para um sobrevivente de ataque cardiac, o sexo não é mais arriscado do que subir as escadas.
Fazer sexo regularmente emagrece. Apesar de o sexo queimar calorias, como dura cerca de seis minutos não queima mais de 21 calorias, como sugere um ensaio publicado no New England Journal of Medicine em 2013.
Durante o período menstrual não é possível engravidar. Contrariando esta crença popular, mulheres saudáveis entre os 15 e os 50 anos podem engravidar a qualquer momento, diz a Dr. Gillian Lockwood, obstetra, ginecologista e diretora médica da Midland Fertility Services. E mais, depois do primeiro filho, as probabilidades de engravidar durante o período aumentam, diz Downey.
O sexo não é recomendado a pessoas com problemas nas costas. O segredo está em escolher as posições certas, sugere uma pesquisa publicada no ano passado no jornal Spine. O psicoterapeuta Tim Allardyce sugere que as mulheres tenham relações sexuais deitadas de costas com os joelhos dobrados e que os homens o façam também de joelhos.
O sexo pode provocar um parto prematuro. É possível que o sexo possa induzir o parto, mas para que isso aconteça é preciso que a gravidez esteja numa fase em que a cérvix já está pronta para isso, diz Downey. (Notícias ao Minuto)


