Unidade de Saúde do Zilda Arns não será reaberto na terça-feira (13), informa Secretária de Saúde

Juntamente com pequena parte de moradores da comunidade do Conjunto Habitacional Zilda Arns, servidores da unidade e da Secretaria de Saúde do município e autoridades se reuniram na manhã desta sexta-feira (09) para buscar melhor solução para o problema que interfere na vida de muitas pessoas. A enfermeira Lila define o objetivo da reunião como meio de buscar soluções para melhorar o atendimento e o acolhimento, tanto da população para a unidade quanto da equipe servidora para a comunidade. ?Sentimos muita falta da comunidade, em ouvir, trazer suas queixas, suas inquietações, pra que jutos nós pudéssemos, na verdade tomar uma solução de melhorias para todos.? disse, e ressaltou que a expectativa é que em próximos encontros, a comunidade se faça mais presente.

A secretária municipal de saúde, Laurijane Mercês, falou a respeito da reunião em que vários órgãos estiveram presentes como o Conselho Municipal de Saúde, a Defensoria Pública, Polícia Militar, lideranças da comunidade e o Ministério Público, embora não esteve presente mediante a impossibilidade de agenda, mas se fará presente na solução do caso. A secretária ressalta que não é a primeira vez que isso acontece, e várias famílias são prejudicadas. ?Existe uma pequena minoria que quer destruir isso, conquista que essa comunidade mesmo buscou, lutou pra ter, principalmente, no âmbito da saúde, que é esse posto de saúde aqui.? comentou.

Um dos problemas que a reunião trouxe à tona foi que havia uma prática de vendas de procedimentos, de marcação, o que não pode acontecer já que o SUS é para todos, ?Existia uma marcação alheia ao posto de saúde, fazendo com que as pessoas se sentissem ameaçadas de tá realizando o atendimento nessa unidade.? sintetizou. Assegura que algumas soluções estão encaminhadas, na próxima terça (13) o posto não será reaberto, pois antes mesmo da reabertura, conforme o acordo com os presentes, foi decidido tomar as atitudes preliminares para sanar a situação.

Primeiramente buscam estudar o perfil das pessoas autoras dos atos violentos, enviar o caso ao Ministério Público para que as medidas sejam tomadas, e também buscar melhorias nos equipamentos de vigilância eletrônica, colocação de câmeras, atualização nos sistemas de alarmes, e outros fatores para favorecer a segurança de servidores, pacientes e até mesmo a estrutura física do posto.

Laurijane afirma que o poder público fará o que estiver ao alcance para estar assegurar a população, no entanto precisa do apoio da comunidade, assim, serão realizadas visitas às casas com trabalhos educativos em prol de melhor funcionamento.

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