Um estudo do Instituto de Pesquisa de Felicidade, da Dinamarca, concluiu que 55% dos usuários do Facebook têm uma maior tendência para se sentirem estressados do que pessoas que nãu utilizam.
A pesquisa apontou ainda que a esmagadora maioria das pessoas que acessam os respectivos perfis o fazem como uma rotina diária (94%), mas os que ficam sem clicar no ?feed? de notícias são mais felizes. Para o estudo, explica o “The Guardian”, foram analisados os comportamentos de 1.095 pessoas, com idades entre 16 e 76 anos, que depois foram divididas em dois grupos de quase 550 pessoas: o de controle o de tratamento. Enquanto ao primeiro foi permitido o uso do Facebook durante uma semana, ao segundo foi pedido que não entrassem na sua conta durante uma semana.
Depois dos sete dias da experiência, foi pedido a todos que voltassem a avaliar as suas vidas com e sem Facebook. Quando questionados sobre de que forma a vida era satisfatória, de 1 a 10, o grupo de controle registou uma média de 7,67 antes da experiência e de 7,75 após. Do lado do grupo de tratamento, antes a média era de 7,56, para passar a 8,12 após uma semana de teste.
No último dia da experiência, os pesquisadores pediram aos dois grupos que se manifestassem quanto ao seu estado de humor. Os que estiveram sem acessar o Facebook afirmara-se mais felizes e menos tristes e sozinhos. De acordo com o estudo, 88% do grupo de tratamento disse estar feliz, contra 81% dos que acessaram à rede social. Cerca de 33% dos que se mantiveram ligados disseram-se deprimidos, contra 22% do lado do grupo de tratamento.
O Instituto de Pesquisa de Felicidade concluiu ainda que 39% das pessoas com conta no Facebook têm mais tendência para se sentirem menos felizes do que os seus amigos e que 18% dos que fazem uma pausa na utilização da rede social tendem a sentir-se mais presentes na sua interação com os outros. (Notícias ao Minuto)



