Contra zika, grávidas mudam rota do Réveillon e estocam repelente

O repelente virou item de bolsa obrigatório, as roupas compridas saíram do armário em pleno calor de dezembro e telas contra insetos entraram na lista de desejos de consumo. Tudo para evitar o Aedes aegypti, mosquito que transmite dengue, chikungunya e, agora, também a zika.

A rotina e as preocupações das gestantes mudaram após a proliferação de casos de microcefalia ligados ao vírus zika no país ?são 2.165 ainda suspeitos e 134 já confirmados, de acordo com o mais recente boletim do Ministério da Saúde, divulgado na última terça-feira (15).

“Passo repelente toda hora”, diz a estilista Susan Feldman, 33, grávida de cinco meses e dona de quatro exemplares do produto. (Folha de São Paulo)