Cerca de 2,2 milhões de vagas com carteira assinada podem deixar de existir no Brasil em 2016. Segundo especialistas no mercado ouvidos pela Folha de S. Paulo, apenas em 2018 que o emprego deve começar a reagir.
Isso porque, sem a retomada da economia e com a inflação alta, as empresas precisam se reestruturar. Dessa forma, 2016 será o ano em que a crise chega mais forte ao setor de serviços e o comércio.
Sem carteira assinada, o cenário caminha para que aconteça um aumento da informalidade nas contratações. Aqueles que estão mais otimistas falam em menos 800 mil vagas eliminadas. No entanto, para os mais pessimistas, o Brasil deve eliminar de 2 milhões a 2,2 milhões de empregos com registro em carteira.
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