
Um lote complementar do abono salarial começou a ser pago pela Caixa Econômica Federal desde segunda-feira (17). De acordo com o banco, cerca de 1,1 milhão de trabalhadores devem receber os pagamentos que são referentes a benefícios que foram objeto de revisão de valor, têm origem judicial ou não foram usados entre 2016 e 2020.
O valor do abono pode chegar até um salário mínimo (R$ 1.212), e varia segundo a quantidade de meses trabalhados. Para atingir o valor máximo, o trabalhador deve ter trabalhado durante os 12 meses do ano usado como referência. Para saber quanto irá receber, basta conferir essa lista:
- 1 mês trabalhado: R$ 101
- 2 meses trabalhados: R$ 202
- 3 meses trabalhados: R$ 303
- 4 meses trabalhados: R$ 404
- 5 meses trabalhados: R$ 505
- 6 meses trabalhados: R$ 606
- 7 meses trabalhados: R$ 707
- 8 meses trabalhados: R$ 808
- 9 meses trabalhados: R$ 909
- 10 meses trabalhados: R$ 1.010
- 11 meses trabalhados: R$ 1.111
- 12 meses trabalhados: R$ 1.212
Como é feito o pagamento do abono salarial?
Os valores serão depositados automaticamente para os beneficiários que têm direito ao abono em suas contas da Caixa (corrente ou poupança).
Caso o trabalhador não tenha uma conta, será aberta automaticamente uma poupança social digital na Caixa, que poderá ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem ou qualquer agência do banco.
Quem tem direito?
O abono salarial é destinado para trabalhadores com carteira assinada, que receberam, em média, até dois salários mínimos mensais durante o ano-base considerado pela Caixa. A atividade remunerada deve ter sido executada por pelo menos 30 dias nesse período.
Ainda é necessário estar inscrito no PIS há no mínimo cinco anos e estar com os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).


