O ator Francisco Cuoco e seu filho, Diogo Cuoco, foram condenados a pagar uma dívida trabalhista no valor aproximado de R$ 600 mil a um ex-funcionário de uma empresa alimentícia da qual ambos eram sócios. A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que julgou o caso em última instância.

De acordo com o jornal Extra, Cuoco e o filho tentaram reverter a condenação, alegando que não faziam mais parte da diretoria da empresa na época do desligamento. No entanto, Luis Queiroga Cirne de Castro, o ex-funcionário, trabalhou na firma entre 2005 e 2011, período em que os dois ainda faziam parte da sociedade.
Queiroga relatou que ingressou na empresa em setembro de 2005, mas teve sua carteira de trabalho assinada apenas em abril de 2006. Ele também revelou que recebia um valor oficial registrado em carteira e outra parte do salário era paga por fora, caracterizando uma prática irregular de caixa 2.
O ex-funcionário conseguiu comprovar que não recebia horas extras, não teve o depósito integral do FGTS, não recebeu o décimo terceiro proporcional e, durante os cinco anos em que trabalhou na empresa, nunca tirou férias. A Justiça do Trabalho ordenou o pagamento imediato de R$ 497 mil, estipulando um prazo de 15 dias para quitação antes de uma execução judicial.



