Família de brasileira morta durante trilha em vulcão na Indonésia acusa negligência no resgate

Juliana Marins, de 26 anos, caiu de penhasco e ficou presa por quatro dias; parentes dizem que ela poderia ter sido salva

A família da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, afirmou que vai buscar justiça após a morte da jovem durante uma trilha no Monte Rinjani, em Lombok, na Indonésia. Juliana, natural de Niterói (RJ), caiu de um penhasco e ficou presa em uma encosta por quatro dias antes de ser encontrada sem vida.

Juliana Marins, de 26 anos – Foto: Reprodução Redes Sociais

Segundo nota divulgada nas redes sociais, os familiares acusam a equipe de resgate de negligência. Eles alegam que o socorro demorou além do previsto, o que teria contribuído para a morte da jovem. “Se tivessem chegado em até sete horas, Juliana ainda estaria viva”, afirmaram.

Juliana estava viajando pela Ásia desde fevereiro em um mochilão. Seu corpo foi resgatado nesta quarta-feira (25) e levado ao Hospital da Polícia Nacional da Indonésia. Ela era publicitária e tinha o sonho de conhecer diferentes culturas pelo mundo.

O Monte Rinjani, onde ocorreu o acidente, é o segundo maior vulcão da Indonésia, com 3.726 metros de altitude, e atrai trilheiros de diversos países. As autoridades locais ainda não se pronunciaram oficialmente sobre as acusações de negligência.