O Brasil criou 166.621 empregos com carteira assinada em junho, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta segunda-feira (4) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. No mês, foram registradas 2.139.182 admissões e 1.972.561 demissões em todo o país.

O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo setor de serviços, que gerou 77.057 novas vagas (+0,33%), com destaque para as áreas de informação, comunicação, finanças, atividades profissionais e administrativas, responsáveis por 41.477 empregos.
Outros setores também registraram saldo positivo:
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Comércio: +32.938 empregos (+0,31%)
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Agropecuária: +25.833 (+1,38%)
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Indústria: +20.105 (+0,22%)
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Construção: +10.665 (+0,35%)
De janeiro a junho de 2025, o país criou 1.222.591 empregos com carteira assinada, uma alta de 2,59% em relação ao mesmo período de 2024. Com isso, o número total de postos formais chegou a 48.419.937.
O setor de serviços liderou o crescimento, com 643.021 novos postos (+2,8%) . Entre os estados, São Paulo liderou com 349.904 novas vagas, seguido por Minas Gerais (149.282) e Paraná (94.219). Proporcionalmente, os maiores crescimentos foram registrados no Amapá (+4,69%), Mato Grosso (+4,4%) e Goiás (+4,1%).
Salário e perfil dos contratados
O salário médio de admissão em junho foi de R$ 2.278,37, representando um aumento de R$ 24,48 (+1,09%) em relação a maio. Em comparação com junho de 2024, a alta foi de 1,28%.
Foram criadas mais vagas para homens (+90.035) do que para mulheres (+76.586), embora elas tenham liderado as contratações nos setores de serviços e comércio. Também houve destaque para os jovens de 18 a 24 anos, que somaram 102.328 novas vagas, e para os adolescentes de até 17 anos, com saldo de 24.963 postos, incluindo 12.598 vagas para aprendizes.
A maior parte das novas contratações ocorreu entre pessoas com ensino médio completo (+124.139), seguidas por aquelas com nível médio incompleto (+19.326). A População com Deficiência (PcD) também teve saldo positivo, com 578 vagas criadas no mês.




