Uso do Body Scan evita que interno retorne com drogas a presídio na Bahia

Body Scan flagra internos e visitantes com entorpecentes em Lauro de Freitas e Juazeiro; Seap reforça combate ao crime no sistema prisional

Foto: Nucom/Seap

O uso de tecnologias de escaneamento corporal (Body Scan) e de esteiras de raio-X para bagagens tem reforçado a segurança no sistema prisional da Bahia e evitado, mais uma vez, a entrada de materiais ilícitos nas unidades. As ações foram conduzidas pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e resultaram em apreensões no Conjunto Penal de Lauro de Freitas e no Conjunto Penal de Juazeiro.

Foto: Nucom/Seap

Na quinta-feira (14), um interno que retornava de uma saída temporária foi flagrado em Lauro de Freitas com aproximadamente 20 gramas de uma substância análoga à maconha, após o equipamento de Body Scan indicar inconformidades na imagem corporal. Durante a averiguação, o custodiado admitiu ter engolido papelotes com a substância psicoativa.

Após observação e procedimentos de segurança, foram identificados sete invólucros no organismo do interno. Ele será encaminhado à autoridade policial, e as medidas administrativas e legais estão em andamento.

Visitante é flagrada com drogas em Juazeiro

No dia anterior, quarta-feira (13), uma visitante do Conjunto Penal de Juazeiro foi surpreendida ao tentar entrar na unidade com cerca de 140 gramas de maconha escondidas em suas partes íntimas. A substância também foi detectada graças ao uso do Body Scan.

Para o secretário da Seap, José Castro, os casos reforçam a eficácia dos investimentos em tecnologia e na qualificação dos profissionais do sistema prisional.

Mais uma tentativa fracassada de entrada de ilícitos em uma unidade. Isso mostra que o investimento do Governo do Estado e da Seap em equipamentos para reforçar a segurança nos presídios, aliado ao preparo dos policiais penais, está surtindo efeito. Não admitiremos esse tipo de prática em nossas unidades”, declarou.
Seguiremos firmes no combate à criminalidade e no trabalho por um sistema penal mais justo, eficiente e, principalmente, mais humanizado”, concluiu o secretário.