“O que o sargento Ataíde está fazendo é crime” afirmou representante do Comando Geral, Coronel Nivaldo

Durante o Programa Estúdio Livre desta quinta-feira, 09, que abordou a “greve dos policiais”  o representante do Comando Geral e auditor, coronel Nivaldo, destacou que o movimento iniciado em 30 de janeiro não pode ser chamado de greve e que  o sargento da PM Francisco Xavier Ataíde (um dos representantes da ASPRA) está comentendo  um crime.

“Eu me recuso a falar o nome greve, greve é um Instituto para entidades que trabalham com a legalidade, no caso dos policiais militares eles não podem fazer qualquer movimentação deste tipo que me recuso a chamar de grave na Lei Penal Militar isso se chama e motim e se usado arma é chamado revolta e dou Graças a Deus o sargento Ataíde não está aqui  porque ele está na verdade comentando um crime e eu como militar não poderia estar frente a frente debatendo com ele”.

Coronel Nivaldo destacou ainda durante sua participação no Estúdio Livre “que  as pessoas foram enganadas; porque as pessoas que estavam na liderança do movimento eram pessoas que  tem uma articulação criminosa nacional  e os policial militares  não sabiam disso porque o pano de fundo era a PEC 300 ou seja o piso salarial único, mas na verdade o objetivo deste grupo (inclusive do rapaz que está preso (Marco Prisco) era a PEC 102 que a desmilitarização das policiais militares( a policia deixa de ser militar e passa a ser uma organização civil no Brasil)”. Coronel Nivaldo concluiu dizendo que existe uma Lei penal que regula a situação dos policiais militares “e quando é  tirado a condição de militar e passa a ser civil a Lei Penal deixa de funcionar para os policiais militares e nós só obedecemos a Lei Penal  comum, como é o caso da polícia civil, mas na Policia Militar do Brasil nós temos mais de seiscentos mil homens, nós temos mais do que as forças armadas; temos que ter uma disciplina que faça valer a disciplina, se quebrarmos isso vamos quebrar a população brasileira”.

 Após seus pronunciamentos coronel Nivaldo que estava acompanhado do comandante do 14 º Batalhão Luziel Andrade, Tenente Vaz    recebeu uma ligação, pediu licença e se retirou do programa.

 

Andréa Sued