Reunião entre vigilantes e sindicato patronal termina sem acordo; clientes bancários de SAJ reclamam

A reunião entre os representantes do Sindicato dos Vigilantes e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado da Bahia (Sindesp) terminou sem acordo. A nova rodada de negociação foi agendada para a quinta-feira (1º), até lá, a categoria segue em greve.

Em Santo Antônio de Jesus, clientes de bancos reclamam da dificuldade em pagar contas e realizar serviços essenciais. “A demanda está bastante alta e está complicado. A gente não tem acesso a agência por causa dessa greve”, diz a pastora de uma igreja evangélica Conça.

O comerciante Jailton solicitou a presença do gerente, mas reclamou da demora no atendimento. “Não consegui efetuar o pagamento de um boleto. Nem sacar. Muita gente reclamando, sem efetuar nenhum tipo de transação. Eu solicitei o gerente da conta e até agora aguardo”, diz.

Cerca de 32 mil vigilantes atuam em todo o Estado da Bahia. Deflagrada na última quarta-feira, por tempo indeterminado, a paralisação reivindica reajuste salarial de 7%, ticket refeição de R$ 20, cotas para as mulheres de 30% por posto de trabalho e piso salarial de R$1500.