Já desde a administração passada que o problema perdura: Santo Antônio de Jesus não tem médico legista a disposição para proceder trabalho de necrópsia. O resultado imediato dessa dificuldade de longa data é o duplo sofrimento das famílias enlutadas. Sofrem ao perder um ente querido e depois, na hora de realizar a necrópsia precisam ficar peregrinando com o corpo em busca de profissional médico para realizar o serviço. É costume ter de seguir com o corpo para outras cidades como Salvador e Feira a fim de realizar o procedimento. Segundo o Dr. Leonel Cafezeiro, que atua como diretor do IML local, além de passar por essa grave ausência de profissional, o órgão também é obrigado a emprestar constantemente alguns de seus utensílios a outras unidades da região em situação de penúria ainda pior. É problema para os vivos e mortos também.



