As portas das casas comérciais de Nazaré das Farinhas fecharam durante o sepultamento do feirante assasinado esta semana, em ato de protesto contra os casos de vandalismo e violência que chocam cada vez mais a população. Os manifestantes reclamam de “descaso da Secretaria de Segurança Pública” para com o apoio operacional e a falta de agentes de policia na cidade. Nazaré, que já teve 36 policiais militares em atividade, hoje conta com 16. A Polícia civil, que já contou com 15 agentes em serviço hoje conta com apenas 3. Os manifestantes se queixam de que a cidade estaria desprotegida e a mercê da sorte. A mais recentes vítima da violência na cidade, o feirante Edvaldo Santos Souza popularmente conhecido como Val da Cebola, seria pessoa de boa índole e querido na comunidade. O pedido geral é no sentido de que seja enviado reforço constante para que a cidade de Nazaré possa ser um local seguro para as famílias que ali vivem.



