Comprar ou alugar? Melhor é fazer as contas e ver o que cabe no orçamento

Diante das mais baixas taxas de juros da história para financiar a casa própria ? mas também de preços dos imóveis no topo, que exigem entradas altas ou obrigam a contratação de dívidas elevadas ?, muitos compradores ficam na dúvida: adquirir a cobiçada casa própria ou continuar morando de aluguel? Há mais de dois anos, quem optou por tomar empréstimo equivalente a quase todo o preço do imóvel tomou a decisão certa, pois a valorização foi de mais de 60%. A estratégia de pagar aluguel e poupar a diferença em relação à prestação, para comprar à vista ou financiar um valor menor mais adiante, foi um ?tiro no pé?, lembra o matemático José Dutra Vieira Sobrinho.Porém, a situação mudou: de um ano e meio para cá, os preços dos imóveis usados não sobem mais e os vendidos na planta têm registrado queda que supera os 20% desde o lançamento. Aquele ganho certo e alto obtido por quem comprou uma casa ou apartamento em 2009 e 2010 não virá mais. ?Ninguém tem bola de cristal. No entanto, a tendência é de que os preços de imóveis permaneçam nos atuais patamares ou, no máximo, a valorização acompanhe o ritmo da inflação nos próximos anos?, afirma Dutra. Algo em torno de 5% e 6% anuais, na média. (Correio Brasiliense)

Nossa opinião:

O curioso é que matéria fala numa tendência de queda no preço dos imóveis em Brasília, enquanto aqui os preços não para de subir e vão muito além dos limites da realidade.