A encefalopatia espongiforme bovina, vulgarmente conhecida como o mal da vaca louca foi diagnosticada no mundo em 1986 e já matou mais de 200 mil bovinos no mundo inteiro e mais de 200 pessoas. É uma doença que ataca o sistema nervoso central do gado e das pessoas que se contaminarem e não há cura?, explicou o veterinário Dr. José Neder Vieira em entrevista ao repórter Antônio Carlos.
De acordo o veterinário, o Brasil tem feito a prevenção nas propriedades rurais para se manter livre. ?Se a pessoa ingerir a carne de um bovino contaminado, ela tem um alto risco de contrair esta doença?, esclareceu.
Ele disse também que o Estado da Bahia vem cumprindo rigorosamente as medidas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde do Animal e Ministério da Agricultura com relação à prevenção desta doença. ?Nós atuamos em abatedouros frigoríficos, no campo com os animais suspeito de terem raiva e atuamos também na coleta de rações nas propriedades rurais?, detalhou.
?A cama de frango é um resíduo da criação de aves, um resto daqueles galpões de aves. O pintinho quando colocado para engordar fica pisando nesse material que é feito da casca de arroz, café ou até mesmo a navalha de pó de serra. Os pintinhos ficam defecando e urinando sobre esse material. Ao final do ciclo de produção das aves, esse material é retirado da granja e vai legalmente para o uso em adubação agrícola, mas alguns produtores utilizam para alimentar os animais e isso é perigoso e pode introduzir o mal da vaca louca?, explicou o veterinário.
A ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia) é o órgão responsável pela fiscalização no Estado da Bahia.
Nadia Santos, com informações do repórter Antônio Carlos



