A Justiça converteu de prisão em flagrante para preventiva a situação dos três bandidos que atacaram policiais militares da Rondesp, durante uma ação policial que aconteceu na Estrada das Barreiras, no Cabula, na madrugada da última sexta-feira (6), que resultou na morte de 12 pessoas. O pedido foi feito pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e teve o aval do Ministério Público da Bahia (MPBA) que analisou os autos. O juiz plantonista Eduardo Afonso Maia Caricchio autorizou a mudança.
Com a prisão preventiva decretada, Arão de Paula Santos, Elenilson Santanada Conceição e Luan Lucas Ferreira de Oliveira ficarão por tempo indeterminado presos, à disposição da Justiça, e sem oferecer riscos as investigações. “É imprescindível o trabalho integrado entre a polícia, o MPBA e o judiciário para que deixemos a população por mais tempo livre desses bandidos que traficam, roubam e ainda atentam contra a vida dos nossos policiais”, disse o secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa.
Na operação, a polícia encontrou grande quantidade de emulsão para explosivos, uma espingarda calibre 12, duas pistolas calibres ponto 40 e ponto 45, além de 12 revólveres calibre 38, seis quilos de maconha, 1,5 quilo de cocaína e 500 gramas de crack.



