Funcionários classificam a Ramarim como trabalho escravo

Tem sido constante as reclamações dos funcionários da fábrica de calçados Ramarim com relação ao trabalho desenvolvido. Segundo eles, é um trabalho escarvo. Para esclarecer essa polêmica em entrevista a Rádio Andaiá FM, Dr. Conceição Gonzales, chefe da Sudic, destacou que trabalho escravo vem a ser o trabalho sem que haja a remuneração.  Ressaltou que a fábrica tem 600 funcionários com carteira assinada. ¨Significa que ao final do cumprimento do trabalho essas pessoas vão receber seus salários. ¨ Afirmou Conceição.

Na ocasião, ressaltou os benefícios que a fábrica trouxe para a cidade com relação à oferta de emprego e que os trabalhadores estão regularizados, logo, não procede a denuncia de trabalho escravo. ¨Não podemos chegar e falar sem ter provas que a Ramarim está  fazendo um trabalho escravo, isso aí é uma irresponsabilidade.¨

A direção da fábrica  tem elogiado a equipe de funcionários da cidade no que diz respeito à celeridade, pontuação, linha de produção. ¨ A gente não pode hostilizar uma empresa desse porte que chega com todo carinho pra investir nessa cidade.¨ Concluiu  Conceição.