A Central de Trabalhadores da Argentina (CTA) e a Confederação-Geral do Trabalho (CGT) opositora, que concentra a maioria dos sindicatos da área de transportes do país, convocaram para terça-feira (31) uma greve-geral que irá afetar a maioria dos voos internacionais. Esta já é a quarta paralisação de grandes proporções no governo da presidente Cristina Kirchner, que está no fim do segundo mandato. De acordo com os sindicalistas, a situação só voltará ao normal quando o governo corrigir o limite de isenção do imposto sobre salários, que atualmente está em 15 mil pesos (cerca de R$ 5,5 mil). Porém, o ministro da Economia, Axel Kicillof, não deu indícios que o pedido dos trabalhadores seja atendido. Ele afirmou que o teto foi reajustado há dois anos e que está “muito bem do jeito que está”. Paralisação afeta tráfego aéreo e outros serviços A TAM Linhas Aéreas informou nesta segunda-feira (30), por meio de comunicado, que os voos com destino e vindos das cidades argentinas de Córdoba, Rosário e Buenos Aires serão cancelados devido à paralisação. Bancos, ônibus, trens e caminhões vão deixar de funcionar a partir da meia-noite desta segunda. (Metro1)



