
A ANP rejeitou o pedido da Petrobras, de reconsiderar a interdição do Polo Bahia, que envolve 37 áreas produtoras de petróleo em 30 municípios baianos.
A agência informou por meio de nota que decidiu ainda criar um grupo de trabalho para monitorar a situação e articular as ações necessárias para a retomada gradual e completa da produção.
De acordo com o jornal Correio 24h, o prazo para a suspensão gradual das atividades encerrou ontem (12). Com uma produção diária que varia entre 15 mil e 20 mil barris de petróleo, o prejuízo com a interdição pode ultrapassar R$ 2 bilhões por ano.
O temor de quem acompanha a situação, é que se repita na Bahia o mesmo que ocorreu em Carmopólis, no estado de Sergipe. A indústria ficou parada por seis meses e quase quebrou a economia local.
Em comunicado, a ANP afirma entender a gravidade da situação e o seu dever de fazer cessar as situações de risco iminente e grave, mas não medirá esforços para retomar a produção o mais rápido possível.




