
Nesta quinta-feira (18), Marcelo Castro, ex-repórter do Balanço Geral, e Jamerson Nascimento, ex-editor, compareceram à Delegacia de Repressão aos Crimes de Estelionato por Meio Eletrônico (DreofCiber) para prestar depoimento. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, durante seus depoimentos, ambos confirmaram a existência de transações financeiras entre eles. Um dos indivíduos relacionados à fraude, que utilizou uma chave Pix, é amigo de infância de um dos dois profissionais. As informações são do Bahia Notícias, parceiro do Blog do Valente.
No entanto, Castro e Nascimento alegaram que tais movimentações ocorreram em decorrência de um empréstimo realizado em dinheiro vivo, totalizando dezenas de milhares de reais, para esse amigo em comum.
A pessoa responsável pela conta bancária associada à chave Pix que apareceu na tela da televisão – e que contou com a ajuda de um jogador de futebol – também foi ouvida pelas autoridades policiais. Durante seu depoimento, ele afirmou que emprestou sua conta para o amigo de infância de um dos jornalistas, fornecendo à Polícia seus extratos bancários como evidência.
Investigação revela divergências financeiras em caso de fraude eletrônica envolvendo ex-repórter do Balanço Geral e ex-editor.
Novas informações surgiram no caso envolvendo o ex-repórter do Balanço Geral, Marcelo Castro, e o ex-editor, Jamerson Nascimento, que prestaram depoimento à Delegacia de Repressão aos Crimes de Estelionato por Meio Eletrônico (DreofCiber). De acordo com os detalhes revelados, existe uma significativa diferença entre o valor total das doações recebidas e a quantia efetivamente repassada. Aproximadamente R$ 70 mil foram indevidamente apropriados dessas doações, sendo que a contribuição do jogador de futebol não estava incluída nesse montante. Além disso, os demais titulares das chaves Pix têm alguma ligação, direta ou indireta, com o amigo de infância de um dos suspeitos.
Um dos jornalistas alegou que o dinheiro depositado em sua conta era proveniente de pessoas que pagavam para ter seus nomes mencionados durante suas reportagens, admitindo ter mentido ao citar essas pessoas como doadoras. Marcelo e Jamerson também afirmaram que os valores pagos por essas pessoas eram divididos entre eles. Quanto à entrada de dinheiro em suas contas oriunda da conta bancária do amigo de infância de um deles, a dupla justificou que se tratava do pagamento de empréstimos concedidos em dinheiro vivo.
O inquérito continua em andamento e caminha para sua conclusão, à medida que mais evidências são reunidas e investigações adicionais são realizadas. A polícia busca esclarecer todos os aspectos do caso, incluindo as divergências financeiras e os possíveis envolvimentos das demais pessoas ligadas ao amigo de infância dos suspeitos.



