
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, mais uma vez, que a Procuradoria-Geral da República se pronuncie sobre investigação de possíveis irregularidades e omissões envolvendo membros do governo Bolsonaro durante a gestão da pandemia da Covid.
Em junho, Mendes anulou uma decisão da Justiça Federal em Brasília que suspendeu parcialmente essa investigação e determinou que a PGR, a partir do relatório produzido pela Polícia Federal, avaliasse novamente se há indícios de crimes nas condutas de:
- Jair Bolsonaro, ex-presidente;
- Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde e deputado;
- coronel Antonio Elcio Franco Filho, ex-número 2 do ministério;
- Mayra Pinheiro, da ex-secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde;
- Mauro Luiz Ribeiro, do Conselho Federal de Medicina;
- Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência da República.
No final de setembro, a então vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, enviou um parecer ao Supremo solicitando que fosse mantida a apuração sobre Wajngarter por prevaricação e epidemia com resultado morte.
Com informações do site G1.




