Nos primeiros sete meses de 2024, o Brasil registrou a criação de 1,49 milhão de vagas formais, superando o total de 1,48 milhão de postos gerados em todo o ano de 2023. Em julho, o saldo positivo foi de 188 mil novos empregos com carteira assinada, de acordo com os dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Com esse crescimento, o número total de empregados formais no país atingiu 47 milhões, marcando o maior nível da série histórica.
O setor de serviços foi o principal responsável pelo aumento no número de empregos em julho, contribuindo com a criação de 79 mil novas vagas. Em seguida, a indústria gerou 49 mil postos de trabalho, enquanto o comércio adicionou 33 mil. Nos últimos 12 meses, o Brasil registrou um aumento de 1,7 milhão de empregos, o que representa um crescimento de 13% em comparação ao mesmo período anterior.
A região Sudeste liderou na geração de novos empregos, com destaque para o estado de São Paulo, que apresentou um saldo de 61 mil vagas no mês.
No acumulado do ano, o setor de serviços permanece na liderança com a criação de 798 mil empregos, seguido pela indústria, que gerou 292 mil vagas, e pela construção civil, com 200 mil novos postos.
O salário médio de admissão em julho foi de R$ 2.161,37, superior aos valores registrados em junho de 2024 e julho de 2023, indicando uma valorização no mercado de trabalho formal. Apesar do crescimento generalizado, o estado de Alagoas apresentou uma perda de vagas devido à desmobilização no setor de cana-de-açúcar.




