Em sessão de abertura dos trabalhos em Laje, vereadores falam sobre pandemia e investigação de improbidade administrativa

 

O repórter Antônio Carlos conversou com os vereadores Josevan Lobo e Marcelo Silva na sessão de abertura dos trabalhos na Câmara de Vereadores da cidade de Laje. O vereador Josevan ressaltou sua felicidade em estar iniciando mais um período de trabalho para a comunidade.

“Estamos dando inicio as trabalhos do Legislativo em nosso município, e quero dizer que a gente esta muito feliz neste momento com todos vereadores reunidos aqui já, disposto a continuar os trabalhos.”

O vereador que está em seu terceiro mandato falou sobre os desafio de legislar em tempo de pandemia do coronavírus. “São tempos difíceis aqui no nosso município onde nos pegou de surpresa, tanto como legisladores, executivo e a população no geral. Diante disso, estamos tendo uma secretaria de saúde que vem atuando no combate. Também a Câmara de Vereadores não fugiu da responsabilidade também, e vem com seus edis.” afirmou.

A Câmara, segundo o Lobo, chegou a direcionar mais de 20 mil reais para ações de combate ao covid-19 em 2020. “No ano anterior, nós disponibilizamos 25 mil reais para o combate ao covid-19 ao nosso município. Daqui para frente vamos tomar mais medidas para o combate ao covid-19”, contou.

O vereador Marcelo Silva por sua vez falou sobre a ausência do prefeito uma CPI (Comissão parlamentar de inquérito) que está em andamento no município.

“Eu fiz uma observação porque nas cidades vizinhas e de todo o Brasil em uma sessão solene geralmente se tem a presença do chefe do executivo, até para dar boas vindas. Então eu senti a falta e fiz a observação. Não teve nenhum representante da parte do gestor, mas fica a dica. Que o gestor possa se aproximar mais do legislativo. A gente precisa ter este relacionamento bom”, explicou.

Segundo o Silva, o desejo de abertura do CPI não partiu apenas de um vereador, mas sim de um grupo de oposição.

“Existe um grupo de oposição e a gente está tentando fazer uma política muito técnica, sem muita ‘zuada’, mas voltada para a lei. Foi levantado alguns dados, informações que alguns vereadores do grupo desejam a CPI. Então, não é uma coisa que está partindo de Marcelo no individual, mas de vereadores do grupo da oposição que querem, e no decorrer dos dias nós vamos ter mais informações, até para não estragar a investigação que está sendo feita”, explicou, afirmando que se trata de questões ligadas a improbidade administrativa.

“Improbidade administrativa é o que eu possa falar até o momento. É um papel chato, é um papel que nos deixa um pouco triste, mas se faz necessário”, esclareceu.

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