
O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, Coronel Magalhães, afirmou que “a acusação inicial não procede” ao comentar a denúncia de estupro registrada durante o Carnaval de Salvador. A declaração foi dada em entrevista ao programa Balanço Geral, nesta sexta-feira (20).
A denúncia envolve a acusação de que três policiais militares teriam cometido o crime dentro de um banheiro químico instalado próximo a um posto policial. Segundo o comandante, a corporação acionou imediatamente a Corregedoria e a Polícia Judiciária para apurar o caso.
De acordo com Coronel Magalhães, a investigação tramita sob segredo de Justiça por envolver pessoas vulneráveis.
“Nós abominamos qualquer violência contra a mulher e contra minorias. Nosso efetivo é treinado e capacitado diariamente para que isso não aconteça”, declarou. Segundo ele, todos os registros foram feitos e as providências adotadas assim que o caso chegou ao conhecimento da instituição.
O comandante afirmou ainda que a apuração ocorre de forma rigorosa.
“Se por um acaso aconteceu algo, nós vamos chegar efetivamente ao que aconteceu. Não admitimos, em hipótese nenhuma, violência contra a mulher, e dentro de um posto policial isso é inadmissível”, afirmou.
Segundo o comandante-geral, a Polícia Militar da Bahia trabalha para esclarecer completamente os fatos e garantir a responsabilização, caso sejam confirmadas irregularidades.
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