
Os taxistas de Santo Antônio de Jesus se queixam da atuação clandestina de outros motoristas no município. Para coibir o problema, a categoria está com campanha “Diga não ao clandestino” com o propósito também de chamar a atenção de órgãos responsáveis para apoiar a medida. “Estamos precisando de apoio da SMTT e da Polícia Militar porque nós não podemos fazer essa fiscalização sem este apoio”, disse João Francisco, presidente da cooperativa de taxista de Santo Antônio de Jesus.
Os taxistas informaram que foi orientado que fosse feita a solicitação por meio de oficio, mas eles julgam desnecessário tal procedimento ao justificarem que se trata de uma função dos órgãos responsáveis.
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“A gente que anda legal é exigido anualmente a regulação do alvará e aferição do taxímetro e a gente não tem visto uma atuação eficaz da própria Secretaria de Trânsito. Nós já sentamos algumas vezes com o secretário e com o gestor e ficou definido que ia ter as negociações, mas a gente não tem feito essa atuação dirigida ao transporte dos taxistas”, disse Renato, representante da categoria.



