
Os professores das universidades federais da Bahia não devem aderir à greve nacional realizada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), que tem como objetivo reajuste de 22,71%, dividido em três parcelas iguais de 7,06% em 2024, 2025 e 2026. A greve nacional começa oficialmente na próxima segunda-feira (15), porém os docentes das federais baianas não fazem parte do mesmo sindicato.
Conforme esclarecido pela presidente do Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia – APUB, Marta Lícia Teles, o sindicato não é filiado ao Andes-SN e por isso não está de greve.
“A APUB não estará na greve, pois não somos filiados a Andes-SN. No entanto, o estado permanente de greve continua e teremos várias assembleias para avaliar o movimento nacional”, contou em entrevista ao portal A TARDE.
Hoje (10) acontece a primeira mesa de negociação todos os servidores das universidades, e amanhã (11), com os professores, Andes, o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Público Federal (PROIFES-Sindicato) e outras categorias de ensino federal público afirma o Bahia Economia.
Entre os dias 22 e 25 de abril ocorrerá Assembleias Gerais que, segundo a líder da categoria, poderiam “resultar em tudo”.
A UnB, a Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Pelotas (UFPel) e o Instituto Federal do Sul de Minas Gerais já aderiram à greve.
Diante da proposta de 22,17% de reajuste, proposto pelo sindicato, o governo federal propôs reajuste zero este ano, e dois reajustes de 4,5% em 2025 e 2026.



