Brasil confirma mais 24.858 novos casos de Covid-19 e 497 mortes em 24 h

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (22) mais 24.858 novos casos confirmados de Covid-19 no Brasil e 497 novas mortes em decorrência do vírus. O total de infectados no país soma 5.323.630 e o total de óbitos 155.900.

O número de recuperados é de 4.779.295. O boletim divulgado todos os dias pelo Ministério da Saúde considera os casos registrados por estados e municípios em um período de 24 horas a partir das 16h do dia anterior, independentemente da data da ocorrência.

o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, afirmou na quinta-feira (22) que a vacina produzida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford vai utilizar insumos vindos da China.

“Vacina de Oxford irá trabalhar com insumos farmacêutico vindo da China. O insumo farmacêutico é a farinha que faz o pão, ele é a base da vacina, um substrato básico. Hoje, no mundo, é quase impossível ter um produto feito 100% em um país, essa noção pertence ao passado.”

Ele também afirmou que ainda não há previsão de data para que a aplicação de vacinas contra a Covid-19 seja iniciada. “Mesmo depois do registro, o trabalho da agência não vai parar. Vamos monitorar as etapas da vacinação. É um processo de médio e longo prazo, então não falamos em data.”

O governo federal têm apresentado resistência ao imunizante produzido pela farmacêutica chinesa Sinovac, conhecida como Coronavac. Na quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro, desautorizou a compra de 46 milhões de doses da “vacina chinesa” em postagens nas suas redes sociais.

A aquisição das doses havia sido discutida em uma reunião na terça-feira (20) entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e 24 governadores.

Apesar da discordância pública, o presidente afirmou que o ministro da Saúde não vai sair da pasta e que o governo federal não vai recuar da decisão sobre a compra da vacina chinesa Coronavac.

Em transmissão ao vivo no Facebook, Bolsonaro reforçou a amizade com o ministro e o acordo que compartilham: “Um manda e o outro obedece”, afirmou Pazuello.

Fonte: CNN