O jornalista Léo Valente comentou nesta segunda-feira (31), durante o programa Levante a Voz, na rádio Andaiá FM, sobre o cancelamento de Daniel Alves após decisão do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha de anular a condenação do ex-jogador Daniel Alves. A corte entendeu que as provas apresentadas não foram suficientes para sustentar a culpa do ex-lateral da Seleção Brasileira no caso de agressão sexual contra uma jovem, ocorrido em uma boate na noite de 31 de dezembro de 2022.

Durante o programa, Léo Valente afirmou que havia inconsistências no depoimento da vítima. As imagens mostram que o encontro foi algo combinado entre os dois, e não forçado como foi dito em um primeiro momento. Ele também apontou que o DNA encontrado na boca da jovem indicava que ela fez sexo oral, mesmo dizendo que não tinha acontecido esse ato.
“Embora ele tenha sido condenado na primeira instância, e baseou-se em contradições também no depoimento da garota, algumas inconsistências, como ela dizer que foi levada, ou que foi de forma constrangida, para o local onde teria acontecido o ato, e o vídeo mostrou que não foi bem isso, que um combinou com o outro. Outra coisa também, DNA foi encontrado na boca da garota. Ela disse que não tinha feito sexo oral no Daniel Alves, mas o DNA encontrou, além de algumas mudanças de versões, como teve na dele também. Daniel Alves já foi cancelado. Ele está tentando rever o que ele pagou.”
O jornalista também comentou sobre as sobre o impacto na vida de Daniel Alves. Ele destacou que, mesmo com a decisão da Justiça Espanhola, a imagem do ex-jogador foi revirada e que ele “não volta mais a ser o que era”.
“Não quero defender, porque pode ter acontecido, e pode ser que não conseguiram provar, mas como também a justiça entendeu que não houve prova suficiente para manter a condenação dele, para dizer que ele estuprou. Mas a imagem, a vida do Daniel Alves já foi aí revirada, já foi cancelado, e ele não volta mais a ser o que era. Agora, já pensou, gente, se ele de fato nunca tiver estuprado essa garota, se tudo for como ele estava dizendo, que houve relação, mas que foi consensual?”
Léo Valente ressaltou que as imagens do caso mostrariam que a jovem desceu de forma natural com o jogador, sem ser forçada, e que a Justiça não encontrou provas suficientes para sustentar a condenação.
“Diz que a imagem, o vídeo mostra eles combinando para descer, um combinando de ir para o outro e em seguida, e que ela não foi forçada a ir por ele, e que ela foi de forma natural. Isso não quer dizer que lá não tenha acontecido alguma coisa, mas o fato é que não conseguiram provar para a Suprema Corte da Catalunha que Daniel Alves estuprou essa menina.”
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