
“Eu posso não ser candidato a nada, mas quero ajudar o Brasil a se reencontrar”, disse o petista, pontuando que “os políticos precisam controlar sua vaidade para ficar um degrau abaixo do projeto de nação, do projeto do país”.
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Costa focou na questão da “união” da sociedade brasileira já a partir do pleito de 2020. “Precisamos nos unir nas eleições municipais para reconstruir o Brasil, deixando de lado o ódio e a raiva”, afirmou.
O chefe do Executivo baiano também avaliou Lula como “líder nato”, que “trouxe pacificação” para o Brasil. “Foi o período que o Brasil mais cresceu nas últimas décadas”, assegurou o governador, ressaltando os avanços na Bahia no período em que o PT governou o Brasil.
“A Bahia tinha um Instituto Federal, hoje tem 30. Tinha uma universidade federal, hoje temos 5. A oferta de educação cresceu muito, e esse é um feito dos governos Dilma e Lula. Apostaram no futuro”, pontuou.
A ineficiência do governo federal também foi abordada por Costa. “O que eu discordo é desse estilo de trazer tudo para esferas políticas e ideológicas em vez de tomar logo uma atitude. Não colocar a defesa da população em primeiro lugar. A demora na reação deles [na questão do vazamento de óleo na costa do Nordeste] tem a ver com isso”, afirmou.
*Bahia.Ba




