A Justiça do Rio de Janeiro condenou o primeiro entre os investigados pela morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018. Conhecido como “Orelha”, Edilson Barbosa dos Santos era proprietário de um ferro-velho e foi acusado de desmanchar o carro utilizado no atentado. O condenado cumprirá cinco anos de prisão.

Conforme recapitulado pelo Metro 1, Orelha foi denunciado em agosto de 2023 pela força-tarefa do Gaeco, e está preso desde fevereiro de 2024, após a delação premiada de Élcio Queiroz.
As investigações revelam que Queiroz e Ronnie Lessa, ex-sargento da Polícia Militar e atirador no caso, levaram o veículo a Orelha dois dias após o crime. Os promotores afirmam que Orelha contribuiu para “embaraçar a investigação”, resultando na análise de 443 veículos do mesmo modelo e cor.
As investigações continuam em andamento, com a expectativa de que mais responsabilizações ocorram à medida que novos elementos sejam apurados.



